segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sábado, 28 agosto 2010, 10:32

           Hoje acordei bem cedo, escuro ainda, e fiquei a penar: Pôxa, li todas as postagens dos meus colegas, já li o material, já fiz minha caminhada refletindo e procurando uma porta de entrada, já fiz o vídeo e ainda estou indeciso; achei que era o senhor Maranhão, “não”, achei que eram os três bares da esquina, ‘não”. Percebi que estes espaços não me transmitem o que eu preciso, não consegui refletir alem dos seus limites. Os meus colegas relataram tanto sobre o assunto, praças movimentadas e perigosas, ruas cheias de carros, muito barulho, muita gente pra lá e pra cá, muita agitação, muitas construções em andamento ou não, entulhos nas ruas, lugares abandonados, o colorido das casas e muros, os letreiros de propagandas, etc. etc. etc. Fiquei pensando no percurso que fiz, no jeito das ruas, no jeito e no movimento das pessoas, dos carros, dos costumes, no processo social em um todo que aqui se constitui. Aqui é tudo ao contrário de quase totalidade dos relatos que li. Foi aí que veio em minha mente o click. Está bem na frente da minha casa, uma praça bonita, toda gramada, muitas árvores frondosas a sua volta, uma igreja, no tempo das chuvas a gama de verdes contrastam com o colorido e com a arquitetura antiga das casas, fica deslumbrante para quem gosta e sabe apreciar. Quase não tem movimento de carros ou de transeuntes, o perigo é praticamente inexistente e as crianças podem brincar livremente. Não é muito diferente de muitos dos espaços relatados? Mas comecei a pensar para alem dos limites desta praça. Para que ela existe? Como ela é vista? Quando ela é usada? Para que ela pode e deve existir? As pessoas a observam como eu?

           Fiquei um pouco surpreso e cheguei a conclusão que ela é usada só para ser fotografada por pessoas de fora que levam essas imagens embora, é usada para ocasiões de festas do padroeiro da cidade, festas das feiras de Troca-trocas e muito raramente por algum evento itinerante da prefeitura. Eu já de posse dessas questões fiquei a imaginar de como esta mesma praça pode se tornar um enorme potencial, partindo da organização de um trabalho com crianças, jovens e adultos, de forma artística, cultural, social. Desenvolver embaixo de suas árvores com enormes sombras fresquinhas e aconchegantes atividades com desenhos, com pinturas, contação de hestórias, histórias e causos, com modalidades esportivas, em conjunto com os professores e pessoas da sociedade que quiserem participar.

           Esta praça está no roteiro da minha caminhada e também está no vídeo que fiz, mas só agora consegui pensar assim sobre ela, será com certeza a minha porta de entrada.



domingo, 29 de agosto de 2010

Vídeo Estágio 3

                                                       Carta do presencial  

                                                        Alexânia-Go. 07/08/2010


                                                       Querida Professora Patrícia:

                                                      Saudações;


                    O motivo desta missiva é relatar um pouco de minha vivência na sociedade onde moro. Sinto-me parte da cidade; parte da cultura local, da imagem, em fim, de todos dos segmentos sociais.
                   Acho também que a cidade me absorve enquanto cidadão como parte de sua evolução, de sua cultura, de suas tradições e de sua história enquanto sociedade.
                  A minha ação é um motivo intermediário entre um e outro, partindo de mim a intenção de intermediar conceitos, culturas, tradições e absorver o quer de melhor esta sociedade me oferece de graça.


                                                      Atenciosamente,




                                                      Valdivino Martins dos Reis

Imagem


               Imagem fotográfica: parede de um bar "Pantera Negra" a onça tomando pinga no copo representa o ditado, "água que gato não bebe ou onça não bebe. É uma propaganda com segundo entendimento. Esta imagem se relaciona com o proposto e escolhido para tal.
              A impotância do Blog
             A Cibercultura e o Ciberespaço, duas tendências culturais desconhecidas até a pouco tempo, se caracterizam nas relações sócio culturais e de comunicação por meio da internet interligando protocolos diversos proporcionando o intercambio de arquivos e dados entre as sociedades mundiais pela rede web. Nestes espaços virtuais de comunicação existem os chamados Blogs, com estrutura de rápida e fácil postagem e editagem. Nestes espaços podem ser postadas informações de múltiplas naturezas, dos mais diversos assuntos sociais, culturais políticos ou religiosos. É típico como qualquer outro espaço virtual e se fundamenta como multimídia, aceitando arquivos com várias combinações textuais, imagéticas em movimento ou não, áudio e links para outras páginas da internet. Oferecem possibilidades de postagem de comentários e interações pelos visitantes. As postagens são cronologicamente situadas inversamente dentro da página, facilitando a visualização do usuário, ou seja, a última postagem será a primeira a ser vista. Preferencialmente são para textos pequenos, e sem uma rigidez de comunicação tradicional. Virou preferência de vários segmentos e o seu caráter permite a cada indivíduo ter o seu espaço para propagar idéias e criar conexões. É um importante espaço gratuito, e permite a utilização por pessoas com pouco preparo técnico. Crie logo o seu!
Texto Poético

Ação psicológica
Publicidade na linha do tempo

Eis que o homem aparece em meio a bisões;
Devagar surgem curiosidades;
Começa a entender as descobertas;
Surgem as primeiras invenções;
Começa a entender futilidades;
Todos a postos em alertas;
Do descobrir, inventar e fazer;
Nasce a propaganda sem se ver;
Instiga a vontade de se ter;
Anuncia e vende mais;
A concorrência não fica atrás;
Os produtos e objetos melhoram;
Um lado e outro os adornam;
Propaganda é monumental;
O seu resultado fenomenal;
Propaganda escrita;
desenhada,
mostrada;
pintada;
   Propaganda...
               O link do filme que esclhoi é este. Ele foi criado em 1981 e mostra a força da propaganda no Brasil nesta época. Produtos, objetos, sátira, movimento social e outros. A meu ver tem uma ligação muito forte com o trabalho do artista da Arte Pop Andy Warhol que também trabalhou com imagens,  propagandas e publicidades de produtos e objetos de consumo na décadada de 60. Observando as diferenças entre épocas, chegam a ser espantosas as modificações existentes entre os tempos. As aboraqgens sobre este artista se encontra na página 91, unidade 1, Nova Iconografia, Modulo 7.

http://www.youtube.com/watch?v=W1dIC-Mkku4

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

V i d a    P a c a t a


... A vida pacata;
O tempo desapercebido;
A hora sem ter sentido;
A assimetria determina e relata.

         * * *

Os dias que se vão;
As horas que passam;
Os entremeios que entrelaçam;
Determinam como será e serão.

          * * *

Quanto mais tempo se vem;
Mais tempo se vai;
Quanto mais se relata ou distrai;
Mais espaço a vida tem.

         * * *

Certezas e incertezas contidas;
Na desanimes apreciar;
E às belas coisas dedicar;
Pacata vida...

       ... Vida Pacata, Paz!...

            Autor: Valdivino
              25/08/2010